AWS ou Azure: Qual Cloud Pública Escolher para Sua Empresa em 2026?
Escolher entre AWS ou Azure deixou de ser uma decisão puramente tecnológica e passou a ser uma decisão de negócio, de arquitetura financeira e de estratégia de inovação. Em 2026, as duas plataformas de nuvem pública dominam o mercado corporativo global e brasileiro, mas apresentam diferenças práticas que impactam diretamente a operação de TI, os custos de infraestrutura, a adoção de inteligência artificial e a capacidade de resposta a demandas de edge computing. Profissionais de gestão de TI, service desk, cloud, cybersecurity, redes, DevOps e segurança eletrônica precisam ir além do senso comum de que “as duas são equivalentes” e entender em quais cenários cada uma entrega mais valor.
O contexto brasileiro reforça a urgência dessa decisão. A Falconi, consultoria de gestão empresarial, investiu R$ 100 milhões em inteligência artificial e tecnologia entre 2022 e 2026, abrangendo infraestrutura em nuvem, licenciamento de machine learning, LLMs generativos, contratação de especialistas e capacitação interna. Segundo a empresa, o programa já gerou crescimento de 27,5% nas receitas. Esse movimento demonstra que a nuvem pública não é apenas um centro de custo, mas um habilitador direto de receita e produtividade — desde que a plataforma certa seja escolhida para cada carga de trabalho.
Além disso, a recente decisão do Cade de arquivar a investigação sobre a parceria entre Amazon e Anthropic para IA generativa consolida a AWS como um player agressivo no mercado de modelos de linguagem. O lançamento do Claude Haiku 5.5 pela Anthropic, com corte de 75% no custo do modelo, promete acelerar a adoção de IA em aplicações corporativas hospedadas na AWS. Enquanto isso, a Microsoft Azure continua avançando com suas integrações nativas ao ecossistema Microsoft 365, Power Platform e soluções de segurança, além de investir em soberania digital e nuvem governamental no Brasil.
Neste artigo, apresentamos um guia técnico e direto para decidir entre AWS ou Azure em 2026. Abordamos comparativos de custo, desempenho, IA, edge computing, segurança, compliance, suporte e estratégias de migração. Ao final, você terá subsídios para alinhar a escolha da nuvem pública aos objetivos da sua empresa e entender como a JRT Technology Solutions pode acelerar essa jornada com implementação, suporte e otimização contínua.
AWS ou Azure: panorama de maturidade e participação de mercado
A AWS mantém a liderança histórica em participação de mercado de infraestrutura como serviço (IaaS) e plataforma como serviço (PaaS) em escala global. Sua vantagem vem do pioneirismo: lançada em 2006, a Amazon Web Services acumulou mais de uma década de inovação incremental, resultando em um catálogo com mais de 200 serviços totalmente gerenciados. Para empresas que buscam profundidade técnica em áreas como serverless, containers, processamento de dados em larga escala e machine learning, a AWS frequentemente aparece como primeira opção.
A Microsoft Azure, por sua vez, cresceu fortemente impulsionada pela base instalada de Windows Server, Active Directory, SQL Server e, principalmente, pelo ecossistema Microsoft 365. A integração nativa entre Azure, Entra ID (antigo Azure AD), Intune, Defender e toda a suíte de produtividade torna a plataforma uma extensão natural para empresas que já operam em ambiente Microsoft. Em muitos cenários corporativos, a decisão entre AWS ou Azure começa pela análise do legado tecnológico existente: quem tem contratos Enterprise Agreement com a Microsoft tende a obter descontos e benefícios significativos na Azure.
No Brasil, a maturidade das duas plataformas também se reflete na presença de regiões locais. A AWS opera a região sa-east-1, em São Paulo, desde 2011. A Microsoft respondeu com a região Brazil South e, mais recentemente, com Brazil Southeast, no Rio de Janeiro, ampliando capacidade para clientes governamentais e setores regulados. Essa cobertura regional reduz a latência para aplicações críticas e atende a requisitos de residência de dados exigidos pela LGPD e por reguladores setoriais.
Em 2026, o guia AWS vs Azure vs Google Cloud publicado pela DEV Community aponta que o diferencial competitivo já não está apenas no catálogo de serviços, mas em quatro fatores concretos: oferta de preços para computação e rede, experiência do desenvolvedor, integrações com ecossistemas existentes e suporte a cargas de trabalho emergentes, como IA generativa e edge computing. Nesse cenário, a JRT Technology Solutions avalia cada cliente sob esses quatro pilares antes de recomendar a plataforma ideal, evitando decisões baseadas em modismos ou em apresentações comerciais.
- AWS: liderança de mercado, catálogo amplo, maturidade em serverless e dados, forte ecossistema de parceiros.
- Azure: integração nativa com Microsoft 365 e Windows Server, vantagens em contratos corporativos, forte presença em ambientes híbridos.
- Fatores locais: regiões no Brasil, suporte a LGPD, acordos de soberania digital e Nuvem de Governo.
- Critérios emergentes: custo de egresso de dados, desempenho de rede entre regiões, ferramentas de FinOps nativas.
Na prática, a escolha entre AWS ou Azure raramente é binária. Muitas empresas adotam uma estratégia multicloud, usando cada plataforma para o que ela faz de melhor. Contudo, sem governança, essa abordagem pode multiplicar custos e complexidade operacional. A JRT Technology Solutions ajuda a desenhar arquiteturas de referência que equilibram especialização e simplicidade, garantindo que cada carga de trabalho esteja na nuvem mais adequada.
Custos e FinOps: como decidir entre AWS ou Azure sem estourar o orçamento
O gerenciamento de custos em nuvem tornou-se uma disciplina própria, conhecida como FinOps. A pergunta “AWS ou Azure é mais barata?” não tem resposta absoluta, pois o custo depende do perfil de consumo, do tipo de instância, do tráfego de saída de dados, dos descontos por compromisso e da eficiência da arquitetura. No entanto, algumas tendências são consistentes: a AWS costuma oferecer preços agressivos para computação sob demanda e instâncias reservadas, enquanto a Azure se destaca em descontos para clientes com contratos Microsoft existentes e em cenários híbridos com Azure Hybrid Benefit.
Um estudo recente da ITU Online sobre Azure Cloud Cost Management destaca que as organizações que adotam práticas maduras de FinOps conseguem reduzir os gastos em nuvem entre 20% e 40% sem comprometer desempenho. Estratégias como rightsizing de máquinas virtuais, desligamento automático de ambientes de desenvolvimento fora do horário comercial, uso de instâncias spot e compra de capacidade reservada são fundamentais para manter o orçamento sob controle. Essas práticas se aplicam tanto à AWS quanto à Azure, mas as ferramentas nativas de cada plataforma diferem.
Na AWS, o AWS Cost Explorer, o AWS Budgets e o AWS Compute Optimizer oferecem visibilidade e recomendações de otimização. Já a Azure conta com o Microsoft Cost Management, integrado ao portal Azure e ao Power BI, além de Azure Advisor para recomendações de custo, segurança e desempenho. Para empresas que utilizam ambas as plataformas, ferramentas de terceiros como CloudHealth, Cloudability e FinOps Foundation podem consolidar a visão multicloud.
A tabela abaixo resume os principais fatores de custo que devem ser comparados ao decidir entre AWS ou Azure para uma carga de trabalho típica corporativa:
Na JRT Technology Solutions, implementamos rotinas de FinOps que combinam tags de alocação de custos, alertas de orçamento e revisões mensais de arquitetura. Nossos especialistas utilizam as ferramentas nativas de cada plataforma e, quando necessário, integram soluções de terceiros para dar visibilidade unificada em ambientes multicloud. O objetivo é claro: garantir que a decisão entre AWS ou Azure seja sustentada por dados de custo real, não apenas por estimativas de pré-venda.
Inteligência artificial e machine learning: AWS ou Azure na era dos LLMs
A explosão da inteligência artificial generativa mudou o peso relativo de cada nuvem pública. A AWS, por meio da parceria estratégica com a Anthropic, posiciona-se como um dos principais destinos para cargas de trabalho de LLMs. O recente arquivamento da investigação pelo Cade sobre o investimento minoritário da Amazon na Anthropic eliminou incertezas regulatórias no Brasil, abrindo caminho para uma adoção mais agressiva das soluções de IA da AWS.
O lançamento do Claude Haiku 5.5 pela Anthropic é emblemático. Descrito como “o modelo pequeno mais rápido, barato e capaz até agora”, o Haiku 5.5 chega com uma redução de custo de 75% em relação à geração anterior. Para empresas que desejam incorporar IA em aplicações de atendimento, análise de documentos, geração de código e automação de processos, a AWS oferece acesso a esses modelos por meio do Amazon Bedrock, serviço gerenciado que centraliza múltiplos modelos de IA generativa, incluindo Claude, Titan, Llama e outros.
A Microsoft Azure não fica para trás. Com a integração profunda com a OpenAI, a Azure oferece o Azure OpenAI Service, que disponibiliza modelos como GPT-4, GPT-4o e Codex para aplicações corporativas. Além disso, a plataforma integra esses modelos a serviços como Azure AI Search, Azure Machine Learning e Copilot, criando um ecossistema de IA que se conecta diretamente ao Microsoft 365 e ao Dynamics 365. Para empresas que já utilizam a suíte Microsoft, a adoção de IA na Azure tende a ser mais fluida e integrada ao dia a dia dos usuários.
A escolha entre AWS ou Azure para IA depende, portanto, de fatores como stack de desenvolvimento, preferência por modelos específicos, requisitos de latência de inferência e custo de tokens. A AWS se destaca pela diversidade de modelos e pela força do Amazon Bedrock; a Azure se destaca pela integração com o ecossistema OpenAI e pelas ferramentas de MLOps. Na JRT Technology Solutions, desenvolvemos soluções de IA em ambas as plataformas, avaliando benchmarks de custo por token, latência de resposta e requisitos de conformidade antes de recomendar um caminho.
- AWS para IA: Amazon Bedrock, SageMaker, acesso privilegiado a Claude Haiku 5.5, Titan, integração com serviços de dados.
- Azure para IA: Azure OpenAI Service, GPT-4, Copilot, integração nativa com Microsoft 365, Azure Machine Learning.
- Custo de tokens: a queda de 75% no Haiku 5.5 pode reduzir drasticamente o custo de inferência na AWS em casos de uso de alto volume.
- Regulação: a decisão do Cade reduz riscos jurídicos para a parceria Amazon-Anthropic no Brasil.
O investimento da Falconi em R$ 100 milhões em IA e tecnologia é um exemplo concreto de como as empresas brasileiras estão apostando na nuvem para sustentar iniciativas de machine learning e LLMs generativos. A consultoria reportou crescimento de 27,5% nas receitas impulsionado por essas tecnologias, evidenciando que a escolha da plataforma de nuvem certa pode ser um diferencial competitivo direto. A JRT Technology Solutions auxilia clientes a desenhar arquiteturas de IA que equilibram custo, desempenho e governança, independentemente de a base ser AWS ou Azure.
Edge computing e baixa latência: AWS Wavelength versus Azure Edge Zones
A disputa entre AWS ou Azure também se desloca para a borda da rede. Com a expansão do 5G, aplicações como jogos em nuvem, realidade aumentada, veículos autônomos e automação industrial exigem latência de milissegundos, impossível de ser entregue por data centers centralizados. Para atender a essa demanda, a AWS lançou o AWS Wavelength, que embute servidores de computação e armazenamento diretamente nas infraestruturas de operadoras de telecomunicações, próximas às antenas 5G.
Segundo matéria do Tech-Insider, a AWS conquistou vantagem no mercado de edge gaming, oferecendo latência de 10 a 20 milissegundos contra as alternativas do Azure e do Google Cloud. Essa diferença pode parecer pequena, mas em jogos competitivos e experiências imersivas, 10 ms adicionais significam a diferença entre uma jogada fluida e uma experiência frustrante. O AWS Wavelength permite que estúdios de jogos e plataformas de streaming distribuam cargas de trabalho para a borda da rede, mantendo a latência no nível exigido pelos jogadores.
A Microsoft responde com as Azure Edge Zones, que seguem uma abordagem semelhante: disponibilizar serviços de computação, armazenamento e rede em pontos de presença de operadoras parceiras. A Azure também oferece Azure Private MEC (Multi-access Edge Computing), voltado para soluções empresariais privadas, como fábricas inteligentes, portos e hospitais. No entanto, a maturidade do ecossistema AWS Wavelength e a capilaridade das parcerias com operadoras como Verizon, Vodafone e SK Telecom dão à AWS uma vantagem inicial no mercado global de edge computing.
Para empresas brasileiras, a decisão entre AWS ou Azure em edge computing envolve a cobertura das operadoras locais, a disponibilidade das zonas de borda nas regiões de interesse e a integração com as cargas de trabalho centrais. A JRT Technology Solutions monitora de perto a expansão dessas ofertas no Brasil e auxilia clientes a projetar arquiteturas híbridas que aproveitam a nuvem pública para processamento pesado e a borda para decisões em tempo real.
- AWS Wavelength: latência de 10-20 ms em edge gaming, parcerias com operadoras globais, integração com serviços AWS.
- Azure Edge Zones: presente em operadoras parceiras, forte em cenários de private MEC e indústria 4.0.
- Casos de uso: jogos em nuvem, AR/VR, IoT industrial, veículos conectados, telemedicina.
- Desafios: cobertura regional, custo de infraestrutura de borda, gerenciamento distribuído.
Desenvolvemos soluções com AWS Wavelength e Azure Edge Zones para clientes que precisam de baixa latência e processamento distribuído. Nossa equipe avalia o custo-benefício de cada abordagem, considerando o perfil da aplicação, a geografia dos usuários e os requisitos de resiliência. A escolha correta entre AWS ou Azure para edge computing pode reduzir drasticamente o custo de rede e melhorar a experiência do usuário final.
Soberania digital e nuvem governamental: AWS ou Azure no setor público brasileiro
O Brasil reforçou seu movimento rumo à soberania digital com a consolidação da Nuvem de Governo, infraestrutura estatal estratégica para armazenamento e processamento de dados públicos sob gestão do Serpro. Esse movimento impacta diretamente a decisão entre AWS ou Azure para órgãos públicos, entidades do terceiro setor e empresas que prestam serviços ao governo. A Nuvem de Governo busca reduzir a dependência de provedores estrangeiros e garantir que dados sensíveis da administração pública permaneçam sob controle nacional.
A Microsoft Azure tem investido fortemente em soberania digital e em parcerias com governos. A oferta Azure Government e, mais recentemente, Azure para Soberania prometem isolamento de rede, criptografia controlada pelo cliente e residência de dados garantida. No Brasil, a Microsoft mantém acordos com o Serpro e outros órgãos para oferecer serviços de nuvem que atendem aos requisitos da LGPD e da Instrução Normativa nº 5/2017 do Ministério do Planejamento, que disciplina a contratação de serviços de nuvem pela administração pública federal.
A AWS também avançou no setor público com a oferta AWS GovCloud, disponível nos Estados Unidos, e com a região sa-east-1 para cargas de trabalho que exigem dados no Brasil. A AWS mantém certificações como ISO 27001, SOC 1/2/3, PCI DSS e CSA STAR, além de atender aos requisitos da LGPD por meio de recursos de criptografia e controles de acesso granulares. No entanto, a Nuvem de Governo do Serpro pode representar uma alternativa ou complemento para dados classificados como de segurança nacional.
Para empresas privadas que contratam com o setor público, a escolha entre AWS ou Azure deve considerar a compatibilidade com os padrões da Nuvem de Governo, a capacidade de integrar com sistemas legados do Serpro e a facilidade de auditoria. A JRT Technology Solutions auxilia clientes a navegar por esse cenário regulatório, implementando controles de segurança, trilhas de auditoria e políticas de residência de dados que atendem tanto à LGPD quanto às exigências específicas de órgãos governamentais.
- Nuvem de Governo: gerida pelo Serpro, foco em soberania digital e dados sensíveis.
- Azure Government: isolamento de rede, criptografia controlada, parcerias com governos.
- AWS GovCloud: oferta internacional para cargas reguladas, com certificações robustas.
- LGPD: ambas as plataformas oferecem controles para conformidade, mas a residência de dados no Brasil é um diferencial da região sa-east-1 e Brazil South.
Na JRT Technology Solutions, implementamos arquiteturas de nuvem híbrida que integram a Nuvem de Governo com cargas de trabalho em AWS ou Azure, garantindo que os dados sensíveis permaneçam em território nacional quando exigido. Nossos especialistas em segurança e compliance auxiliam na definição de políticas de classificação de dados, criptografia e monitoramento contínuo, reduzindo riscos regulatórios e operacionais.
Migração estruturada para nuvem: AWS ou Azure para PMEs e grandes empresas
A migração para a nuvem pública deixou de ser um projeto de TI e passou a ser uma transformação organizacional. A matéria publicada pela Globo destaca que a migração estruturada para nuvem fortalece PMEs e setores da economia digital, especialmente quando apoiada por metodologias como 6 R’s (Rehost, Replatform, Repurchase, Refactor, Retire, Retain). A escolha entre AWS ou Azure influencia diretamente a complexidade e o custo dessa migração.
Para PMEs, a Azure costuma ser atraente devido à integração com o Microsoft 365, que muitas pequenas e médias empresas já utilizam. A possibilidade de gerenciar usuários, dispositivos e servidores em um único painel reduz a curva de aprendizado e os custos de administração. Além disso, o Azure Migrate oferece ferramentas de descoberta, avaliação e migração de máquinas virtuais, bancos de dados e aplicações web com um assistente passo a passo.
A AWS, por outro lado, é frequentemente preferida por startups e empresas de tecnologia que nasceram em ambientes Linux e open source. O AWS Migration Hub, o Server Migration Service e o Database Migration Service oferecem um caminho consolidado para migrar cargas de trabalho de data centers locais, outras nuvens ou ambientes híbridos. A flexibilidade do ecossistema AWS permite que desenvolvedores adotem serviços serverless, containers e microservices com rapidez.
Independentemente da plataforma escolhida, a migração estruturada exige planejamento de dependências, inventário de ativos, definição de janelas de corte, testes de performance e estratégia de rollback. A JRT Technology Solutions conduz projetos de migração ponta a ponta, desde a avaliação inicial até a operação assistida pós-migração, com foco em minimizar downtime e garantir a continuidade dos negócios. Nossos especialistas utilizam ferramentas de automação e infraestrutura como código para acelerar o processo e reduzir erros manuais.
- Avaliação e descoberta: inventário de servidores, aplicações e dependências; análise de custo total de propriedade.
- Planejamento: definição da estratégia de migração (Rehost, Replatform ou Refactor); arquitetura-alvo na AWS ou Azure.
- Prova de conceito: migração de cargas de trabalho piloto para validar arquitetura, segurança e desempenho.
- Execução: migração em ondas, com automação de snapshots, réplicas e cutover.
- Otimização contínua: ajustes de tamanho, revisão de custos, implementação de FinOps e monitoramento pós-migração.
Na JRT Technology Solutions, implementamos dezenas de migrações para AWS e Azure em clientes de diversos portes. Nossa experiência mostra que a escolha correta da plataforma reduz o tempo de migração em até 30% e os custos operacionais em até 25%, quando comparada a uma decisão equivocada ou a uma migração “big bang” sem planejamento. A decisão entre AWS ou Azure deve ser tomada com base em evidências, não em preferências pessoais.
Segurança, conformidade e redes: AWS ou Azure para ambientes corporativos críticos
Segurança cibernética é um dos pilares mais sensíveis na decisão entre AWS ou Azure. Ambas as plataformas oferecem controles robustos de identidade, criptografia, firewalls gerenciados, proteção contra DDoS e monitoramento de ameaças. No entanto, a forma como esses controles são integrados ao ecossistema de cada provedor pode favorecer um ou outro cenário corporativo.
A AWS possui serviços como AWS Identity and Access Management (IAM), AWS Shield para proteção DDoS, AWS WAF para firewall de aplicação web, AWS Key Management Service (KMS) para gerenciamento de chaves e Amazon GuardDuty para detecção de ameaças. A granularidade do IAM é reconhecida como uma das mais avançadas do mercado, permitindo políticas de acesso baseadas em atributos, condições e limites de permissão.
A Azure responde com Microsoft Entra ID, Azure Firewall, Azure DDoS Protection, Azure Key Vault e Microsoft Defender for Cloud. A integração com o Active Directory on-premises e com o Microsoft 365 facilita a implementação de políticas de Zero Trust e de Conditional Access. Para empresas que já utilizam o ecossistema Microsoft, a gestão de identidade e segurança na Azure tende a ser mais integrada e menos fragmentada.
Em termos de redes, a AWS oferece Amazon VPC, Direct Connect, Transit Gateway e Global Accelerator para conectar ambientes on-premises, filiais e múltiplas regiões. A Azure oferece Azure Virtual Network, ExpressRoute, Virtual WAN e Front Door para cenários de rede híbrida e entrega de conteúdo. A escolha entre AWS ou Azure em redes depende da topologia existente, dos requisitos de latência entre sites e da estratégia de conectividade com data centers próprios.
A JRT Technology Solutions desenvolve arquiteturas de segurança e rede em ambas as plataformas, com foco em segurança eletrônica integrada a CFTV, controle de acesso e sistemas de alarme. Nossos especialistas implementam políticas de segmentação de rede, criptografia ponta a ponta, monitoramento de logs e resposta a incidentes, garantindo conformidade com normas como ISO 27001, LGPD e requisitos setoriais. A decisão entre AWS ou Azure para segurança corporativa deve considerar a maturidade da equipe, as ferramentas já utilizadas e o nível de integração desejado com os sistemas de segurança física.
Suporte, comunidade e capacitação: o ecossistema AWS ou Azure no dia a dia da TI
O sucesso de uma plataforma de nuvem pública não depende apenas da tecnologia, mas do ecossistema de suporte, documentação e profissionais capacitados. A AWS possui uma comunidade global massiva, com eventos como o AWS re:Invent, programas de certificação reconhecidos e uma vasta biblioteca de documentação técnica. A Azure, por sua vez, se beneficia da base instalada de profissionais Microsoft, com certificações como Azure Administrator, Azure Solutions Architect e Azure Security Engineer.
A escassez de talentos em nuvem é um dos maiores gargalos para as empresas brasileiras. A Falconi, por exemplo, investiu em contratação de especialistas e capacitação interna como parte de seu programa de R$ 100 milhões em IA e tecnologia. Essa realidade se repete em organizações de todos os portes: sem profissionais qualificados, a adoção de AWS ou Azure pode se tornar um risco operacional.
A escolha entre AWS ou Azure deve levar em conta a disponibilidade de mão de obra no mercado local. Em geral, profissionais com certificação AWS são mais numerosos em startups e empresas de tecnologia, enquanto profissionais Azure são mais comuns em ambientes corporativos tradicionais. A JRT Technology Solutions oferece serviços de Managed Services e Service Desk especializado em ambas as plataformas, suprindo a lacuna de talentos e garantindo resposta rápida a incidentes 24/7.
- Certificações AWS: Solutions Architect, DevOps Engineer, Security Specialty, Machine Learning Specialty.
- Certificações Azure: Administrator, Solutions Architect Expert, Security Engineer, DevOps Engineer Expert.
- Comunidade: eventos, fóruns, grupos de usuários e documentação abundante em ambas as plataformas.
- Suporte corporativo: planos de suporte pagos, com SLAs de resposta e acesso a engenheiros especializados.
Na JRT Technology Solutions, capacitamos equipes internas dos clientes para operar a nuvem escolhida, oferecendo treinamentos práticos, workshops de FinOps e documentação personalizada. Nosso objetivo é transferir conhecimento para que a empresa ganhe autonomia, sem abrir mão de um parceiro estratégico para suporte avançado e otimização contínua. A decisão entre AWS ou Azure deve considerar não apenas a tecnologia, mas a capacidade da organização de absorver e operar essa tecnologia no longo prazo.
Conclusão: AWS ou Azure em 2026 — qual é a melhor escolha para sua empresa?
Não existe resposta única para a pergunta “AWS ou Azure?”. A melhor escolha depende do perfil da empresa, do legado tecnológico, das cargas de trabalho, dos requisitos de IA, de edge computing, de segurança e de soberania digital. A AWS lidera em maturidade, diversidade de serviços, IA generativa com os modelos da Anthropic e edge computing com Wavelength. A Azure se destaca na integração com o ecossistema Microsoft, em ambientes híbridos, em FinOps para clientes Enterprise e em soberania digital para o setor público brasileiro.
As notícias recentes reforçam a dinamicidade desse mercado. O investimento de R$ 100 milhões da Falconi em IA e tecnologia, o arquivamento da investigação do Cade sobre a parceria Amazon-Anthropic, o corte de 75% no custo do Claude Haiku 5.5 e a consolidação da Nuvem de Governo no Brasil mostram que a escolha da nuvem pública é um movimento estratégico que pode acelerar a transformação digital e gerar receita — ou criar dependência e custos desnecessários se mal planejada.
Na JRT Technology Solutions, ajudamos empresas a tomar essa decisão com base em dados, não em achismos. Desenvolvemos, implementamos e oferecemos suporte a arquiteturas em AWS e Azure, com foco em gestão de TI, service desk, cloud e infraestrutura, cybersecurity, redes, DevOps, automação com IA e segurança eletrônica. Nossos especialistas avaliam o custo total de propriedade, a curva de aprendizado da equipe e os requisitos de conformidade para recomendar a plataforma ideal para cada carga de trabalho.
Se sua empresa está avaliando migrar para a nuvem pública, otimizar custos em um ambiente existente ou adotar IA generativa com segurança, fale com a JRT Technology Solutions. Nossa equipe está pronta para conduzir uma avaliação gratuita de maturidade em nuvem, apresentar um comparativo de custos AWS vs Azure personalizado e desenhar um plano de migração estruturada alinhado aos objetivos do seu negócio. A decisão entre AWS ou Azure é importante demais para ser tomada sem o suporte de quem vive a tecnologia todos os dias.
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